Bombas coloridas de sementes espalham flores (e salvam abelhas)

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Nós descobrimos, em colaboração com a PUC/RS e a Faculdade de Veterinária da UFRGS, que uma doença que acomete essas abelhas anualmente pode estar sendo causada por um vírus.

Microsporídios são microrganismos parasíticos que causam doenças em abelhas e outros animais, cuja biologia ainda é pouco conhecida. Algumas espécies de abelhas sem ferrão posicionam suas guardas na entrada da colmeia para defender seu reino e suas riquezas da pilhagem de seus inimigos. Ao mesmo tempo, essas abelhas têm forte tendência de abandonar completamente o ninho quando enfrentam algum tipo de perturbação mais forte, deixando para trás todos os organismos indesejados. Nos países que criam abelhas européias, três pragas são responsáveis pela maior parte dos prejuízos: a podridão americana, a varroa e o besouro da colméia. O melhor talvez seja adotar o critério mais radical, usado por diversos países, que é o da destruição completa das abelhas e de todas as partes da colméia. Contágio: pelas fezes das abelhas adultas contaminadas, quando depositadas dentro da colméia (por impossibilidade de realizar os vôos higiênicos). Agente: falta de alimento energético Sintomas: Morte ou forte redução do enxame, com abelhas adultas mortas dentro dos alvéolos, as cabeças voltadas para o fundo. Agente: ácaro Acarapis woodi Sintomas: imprecisos, muito semelhantes aos de outras doenças: enxame anormalmente reduzido, abelhas arrastando-se com asas desconjuntadas. Estas larvas para além de se alimentarem de mel também se alimentam dos restos das peles das mudas das larvas e das crisálidas das abelhas.

HISTÓRIA DAS ABELHAS

  • Todas as associações entre membros de duas espécies diferentes (em alguns casos inclui relações intraespecíficas): mutualismo, parasitismo, comensalismo e protocooperação.

As abelhas não conseguem limpar os alvéolos e à medida que a doença se propaga deixa de haver espaço para a postura da rainha e a colónia acaba por morrer.

Micoses: Os fungos mais comuns que se desenvolvem nas larvas das abelhas são do género Ascophaera e Aspergillus. Para se multiplicar, introduz-se nos alvéolos com larvas e reproduz-se enquanto eles estão operculados e assim as jovens abelhas já nascem debilitadas. Existe uma população isolada de abelhas, mais conhecidas como as abelhas do Cabo, estas vivem na África do Sul e desenvolveram uma estratégia para se reproduzirem sem machos. Se determinados genes estiverem activos nos parasitas, então há mais ARN desses genes, que por sua vez significa que há mais proteínas cujo fabrico foi comandado por esses genes. Com essa estratégia furtiva, abelhas sem um reino próprio agem como parasitas sociais: conseguem se impor às operárias que não são suas parentes e se beneficiam do trabalho delas. estruturalista e dentro de um sistema de organização social mais amplo e fazer a Esperamos que os resultados obtidos sejam de interesse para a comunidade científica que trabalha com ecologia comportamental e evolutiva, em especial com evolução do comportamento social. Parasitismo social Resumo em Português Abelhas eussociais são conhecidos por exibirem alto nível de cooperação, no entanto, suas colônias podem ser exploradas por parasitas sociais intraespecíficos. Com a utilização de marcadores moleculares, como os microssatélites de DNA, avanços enormes ocorreram no estudo do parasitismo social, mostrando que ele é mais generalizado do que antes se acreditava.

Apresentação em tema: “PROF. HYGOR ELIAS. PARASITISMO RELAÇÃO ECOLÓGICA INTERESPECÍFICA DESARMÔNICA, ONDE A ESPÉCIE BENEFICIADA ( O PARASITA) VIVE ÀS CUSTAS DA ESPÉCIE PREJUDICADA.“— Transcrição da apresentação:

  • Apenas as associações mutuamente benéficas (portanto, excluindo-se todas as interações que tenham efeito neutro ou negativo para pelo menos um dos interagentes): apenas mutualismos (facultativos e obrigatórios).

Dessa forma, o objetivo desse trabalho foi mostrar as recentes descobertas do parasitismo em colônias de abelhas primitiva- e altamente eussociais, realizado tanto por operárias reprodutivas como por rainhas.

Dentre os parasitas citados por Carl Zimmer neste artigo, os que mais me intrigam são os personagens quase invisíveis, vírus e bactérias. Por Luiz Flávio Gomes, jurista O trabalho escravo constitui o exemplo mais evidente de parasitismo social. Parasitismo social intraespecífico como estratégia reprodutiva em abelhas sem ferrão (Apidae, Meliponini) (201019717-4); Modalidade bolsa de pós-doutorado; Coord. al 2016), e são temidas pelos meliponicultores, porem elas podem ser a força motriz da evolução das abelhas sem ferrão. E adivinha quando as abelhas parasitas (LIMAO) “surgiram”? Assim, pode fazer sentido para os parasitas evitar prejudicar seus hospedeiros e parasitas que aumentam a vida útil do hospedeiro podem se sair ainda melhor. Animais, de abelhas aos leões, cooperam com parentes próximos, e a civilização humana depende da cooperação, mesmo entre indivíduos não aparentados. Isto significa que forma uma síntese com outras disciplinas, e traz para si técnicas de campos com biologia celular, bioinformática, bioquímica, biologia molecular, imunologia, genética, evolução e ecologia. Parasitismo social é a coexistência, em um mesmo ninho, de duas espécies de insetos sociais, uma das quais é parasiticamente dependente da outra.

Abelhas e seres humanos

  • Competição por exploração (ou indireta) – Um organismo utiliza um recurso tornando-o indisponível ou diminuindo sua disponibilidade para outro organismo. Exemplo: salamandras.

Existem vários tipos de parasitismo social, sendo o inquilinismo o mais derivado.

Abelhas sociais – são as que vivem em enxames, isto é, em grande número de indivíduos no mesmo ninho, e onde haja divisão de trabalho e separação de castas. Abelhas solitárias – são as que vivem sozinhas e morrem antes que seus filhos atinjam a fase adulta. Abelhas parasitas – Uma abelha somente parasita outra abelha e utiliza-se apenas do trabalho e do alimento que o hospedeiro armazenou. Essas abelhas saem em grande número, pois suas colônias chegam a ter milhares de indivíduos, invadem o ninho das outras e daí levam o material que necessitam. Essas abelhas provavelmente se espalharam pelas matas quando os jesuítas foram expulsos da região e delas não se teve mais notícias. Por certo, além destas, muitas outras abelhas foram trazidas por imigrantes e viajantes procedentes do Velho Mundo, mas não houve registro desses fatos. abelhas podem ser consideradas de acordo com seus hábitos, Pelo contrário, entre as obras dos dois pensadores, existem alguns elos comuns do ponto de vista da perspetiva teórica, como por exemplo o tema do parasitismo social. As abelhas são encontradas em todo o mundo, exceto nas altitudes mais altas, nas regiões polares e em algumas pequenas ilhas oceânicas.

Abelhas durante produção de própolis vermelha (foto: Ascom/Seagri)http://www.agricultura.al.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/2011/abril/fotoabelha..JPG/view

A maior diversidade de espécies de abelhas é encontrada em áreas quentes, áridas ou semiáridas, especialmente no sudoeste americano e no México.

Elas são como abelhas solitárias, exceto que várias fêmeas da mesma geração usam o mesmo ninho, cada uma fazendo suas próprias células para abrigar seus ovos, larvas e pupas. Cerca de 1000 espécies de abelhas vivem em pequenas colônias, que consistem em uma rainha e poucas trabalhadoras filhas. As abelhas vivem em grandes colônias, formadas por fêmeas de duas gerações sobrepostas: mães (rainhas) e filhas (trabalhadores). Os ninhos de muitas abelhas são muito elaborados e podem ser construídos parcialmente com cera secretada pelas abelhas. As abelhas parasitas são de dois tipos: abelhas cleptoparasíticas e parasitas sociais. O filhote das abelhas parasitas se alimenta dos alimentos que foram armazenados na câmara pela fêmea hospedeira. Elas se assemelham às vespas mais do que outras abelhas; portanto, elas são consideradas as abelhas mais primitivas. As abelhas de mineração são um grande grupo de abelhas que criam ninhos em solos de muitas câmaras ramificadas, cada uma terminando em uma ou mais células. As abelhas mais conhecidas são as abelhas de mel e suas parentes próximas.

Parasita transforma abelhas em zumbis

Como só ataca as abelhas adultas, ocorre substituição de abelhas velhas por novas, quando a rainha é de boa postura.

As abelhas mais velhas são imunes ao ácaro, porque estas possuem os pelos mais duros, impedindo que o ácaro as penetre. Como o ácaro não consegue infectar as abelhas, necessita de hospedeiro vivo para se desenvolver. A reprodução das abelhas obedece a um princípio chamado partenogênese, onde os óvulos fecundados produzem fêmeas e os ovos não-fecundados produzem machos. O que se viu é que as abelhas ligadas a rainha anterior continuavam na colônia pondo os ovos, o que chamamos de parasitismo social,” esclarece a bióloga. O que pode demonstrar que a relação de parentesco é um fator importante para o parasitismo social entre as abelhas. 1.176 O parasitismo é uma relação ecológica interespecífica (ocorre entre espécies diferentes) onde uma espécie, denominada como parasita, alimenta-se às custas de outra espécie, chamada de hospedeira, causando-lhe prejuízos. “De mais de 100 colônias divididas só aconteceu com esta, então não vejo motivo para preocupação e olha que as minhas abelhas vivem lado a lado”. No segundo caso, também a princípio as abelhas da espécie URUÇU AMARELA eram poucas, mas depois se tornaram as únicas abelhas de uma forte colônia. Ele pediu uma maior observação para confirmar o nascimento de abelhas diferentes a um mesmo tempo, o que mostraria que a rainha acasalou com um macho de outra espécie.