Ciclo de vida do parasita

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A elefantíase, ou filariose, é uma doença parasitária que afeta a circulação linfática, causada por um parasita nematódeo, chamado Wuchereria bancrofti e conhecido como filária.

Filariose uma doença que ainda persiste no Recife Cerca de 1 milhão de pessoas morrem todos os anos vítimas de doenças transmitidas por vetores. Por se tratar de uma doença parasitária, o homem serve de hospedeiro para que o verme possa completar seu ciclo de vida. A filariose ou elefantíase é a doença causada pelos parasitas nematóides Wuchereria bancrofti, Brugia malayi e Brugia timori, comumente chamados filária, que se alojam nos vasos linfáticos, causando linfedema. Filariose é um termo aplicado para infecções nos seres humanos e em animais por certos nematóides (vermes de corpo redondos) pertencentes a super família Filarioidea. O nome Filariose Linfática é derivado do fato de os parasitos adultos se localizarem nos vasos linfáticos e linfonodos. Eles são chamados de Wuchereria bancrofti (causando a filariose bancroftiana, bancroftose ou doença de Bancroft), de Brugia malayi e de Brugia timori (causando as filarioses brugianas). Os vermes adultos, entretanto, permanecem a vida toda dentro do sistema linfático até morrerem, seja pelo tratamento antifilarial , seja por morte espontânea. Acredita-se que a filariose linfática é uma das doenças mais antigas da humanidade. Acredita-se que a filariose bancroftiana seja originária da Polinésia, de onde migrou para a China e posteriormente para outros países da Ásia e África.

Filariose ou Elefantíase: (não tem cura)

A primeira descrição da filariose credita-se ao médico francês Jean-Nicolas Demarquay em 1863 que, trabalhando em Paris, identificou microfilárias em líquido quilocélico de um paciente procedente de Havana, Cuba.

Causa a Filariose linfática. No Brasil a filariose linfática por W. bancrofti foi provavelmente introduzida pelo tráfico de escravos. Deve-se realizar o tratamento anti-helmíntico prévio antes da avaliação deste parâmetro nos pacientes com filariose bancroftiana. Fonte: www.scribd.com Filariose linfática causada pela Wuchereria bancrofti é uma doença negligenciada, de caráter debilitante, que acomete cerca de 120 milhões de pessoas em todo mundo (FONTES et al., 2005). Diagnóstico da filariose linfática causada pela W. bancrofti pode ser realizado por diferentes técnicas parasitológicas, imunológicas, moleculares e por imagem. Outro teste sorológico para filariose linfática, baseado na pesquisa de anticorpos pelo antígeno recombinante filarial Bm14, foi desenvolvido podendo ser realizado a qualquer hora do dia (CHANDRASHEKAR et al., 1994). Nos últimos anos, a biologia molecular, também, obteve avanços e trouxe uma contribuição impar, não apenas para o diagnóstico da filariose bancroftiana, como também de outras patologias. O desenvolvimento da pesquisa de DNA no diagnóstico molecular da filariose linfática, em amostras biológicas, tem aberto novas perspectivas no diagnóstico laboratorial. Este método permite detectar e monitorar vermes adultos vivos e dilatação linfática em pacientes com filariose bancroftiana.

Do que um verme se alimenta ? que relaçao existe entre o modo de vida do parasita e o nome da doença?

O diagnóstico laboratorial da filariose bancroftiana apresentou um significativo avanço ao longo de pouco mais de um século.

O desenvolvimento destes métodos ampliou a sensibilidade de detecção dos indivíduos infectados pela Wuchereria bancrofti, auxiliando tanto no tratamento de pacientes assintomáticos, como na erradicação da doença. RANGEL, A., COUTINHO, A. Avaliação do teste de imunofluorescência indi reta para o diagnóstico de filariose bancroftiana usando a microfilária de Wu chereria bancrofti como antígeno, em Recife-PE, Brasil. Filariose linfática em Belém, Estado do Pará, Norte do Brasil e a perspectiva de eliminação. Fonte: www.sbac.org.br A filariose é uma parasitose de grande importância em saúde pública e endêmica de países tropicais. Por esse motivo, as vítimas da filariose apresentam regiões do corpo, principalmente as extremidades, inchadas, o que explica o nome vulgar da doença ser elefantíase. Quando esse inseto vetor vai se alimentar do sangue de uma pessoa transmite a doença, fechando o ciclo. Fonte: www.ibb.unesp.br A Filariose é a doença causada pelos parasitas nematódes Wuchereria bancrofti, Brugia malayi e Brugia timori, que se alojam nos vasos linfáticos causando linfedema. Fonte: www.consultormedico.com A filariose é causada por vermes conhecidos popularmente como filárias. A filariose é muito comum em países tropicais, ou seja, com clima quente e úmido a maior parte do ano.

Ciclo de vida da doença de chagas

Quando esses mosquitos picam uma pessoa, as larvas das filárias caem direto no sangue humano e se instalam nos vasos e gânglios linfáticos.

Uma curiosidade dessa doença é o fato de que os vermes adultos ficam instalados no sistema linfático, enquanto suas larvas circulam pelo corpo inteiro através do sangue. Para se evitar contrair a filariose deve-se combater os insetos, mantendo sempre sua casa e os locais de convívio muito bem limpos. Fonte: www.protelas.hpgvip.ig.com.br Causadora da elefantíase, a filariose linfática coloca em risco um bilhão de pessoas em todo o mundo. Endêmica em mais de 80 países, a filariose é uma doença crônica com importante potencial de seqüelas, adquirida geralmente na infância. No Brasil, a filariose permanecia de forma endêmica em apenas três capitais: Belém, Manaus e Recife. A filariose é causada por um helminto (verme) longo e delgado, a filaria Wuchereria bancrofti, único agente na África e nas Américas. No Brasil, a filariose é transmitida apenas pela picada da fêmea do mosquito Culex quinquefasciatus. A descoberta de Patrick Manson de que mosquitos transmitiam a filariose representa o nascimento da Entomologia Médica e o marco mais importante da Medicina Tropical. Mas, em locais onde ainda hoje há abundância de vetores e condições climáticas favoráveis, como no Egito e na África, registros sobre elefantíase com certeza devem-se à filariose.

Pouco depois, Patrick Manson, em Amoy, na China, estabeleceu uma correlação clara entre a presença de microfilárias no sangue e as principais complicações da filariose.

Outras espécies Em 1927, Lichtenstein observou que as microfilárias da filariose em partes da Indonésia eram diferentes da W. bancrofti. Novas espécies de Brugia foram encontradas em animais em várias partes do mundo, inclusive uma infectando homem, B. timori, responsável pela filariose na ilha de Timor. Fonte: www.invivo.fiocruz.br A filariose, ou filaríase, é causada por vermes que parasitam os vasos linfáticos do homem. A infecção ocorre quando mosquitos da espécie Culex quinquefasciatus, que ao picarem o homem transmitem larvas da W. bancrofti. O parasita responsável pela doença humana é o nematóide Wuchereria bancrofti, sendo vetor o mosquito Culex quiquefasciatus (pernilongo ou muriçoca). Fonte: bvsms.saude.gov.br Filárias: vermes causadores da filariose Causa da doença A filariose, também conhecida como elefantíase, é uma doença causada por parasitas conhecidos como vermes nematóides (as filárias). Sintomas da filariose Na fase aguda, os principais sintomas desta doença são: inflamação no sistema linfático, febre, dores de cabeça, mal estar, etc. Transmissão Sua transmissão ocorre pela picada do mosquito vetor, que transmite o parasita causador da doença de pessoa a pessoa. A filaríase ou elefantiase é a doença causada pelos parasitas nemátodes Wuchereria bancrofti, Brugia malayi e Brugia timori, comumente chamados filária, que se alojam nos vasos linfáticos causando linfedema. A filariose, filaríase ou elefantíase é uma parasitose endêmica das regiões tropicais e subtropicais do planeta atingindo as regiões mais pobres. Nas Américas, a doença é causada somente pela Wuchereria bancrofti, nematodeo que vive nos vasos linfáticos dos indivíduos infectados. O parasito possui quatro formas diferentes: verme adulto macho, verme adulto fêmea, microfilárias (que circulam no sangue periférico no homem) e larvas (encontradas no inseto vetor). 217 p. Por: Marcela Dohms UFPR Principais espécies encontradas no nosso meio parasitando o homem: Wuchereria bancrofti Onchochercinae volvulus Mansonella ozzardi W. bancrofti Causa elefantíase ou filariose. A doença filariose pode ser causada por nove espécies de parasitas que podem infectar o corpo humano. Por: Marcela Dohms UFPR Principais espécies encontradas no nosso meio parasitando o homem: Wuchereria bancrofti Onchochercinae volvulus Mansonella ozzardi W. bancrofti Causa elefantíase ou filariose.