Dicas: Plantas sem folhas verdes fazem fotossíntese?

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São frequentes casos em que várias pessoas ingerem os mesmos alimentos mas apenas algumas ficam doentes, seja pela quantidade ou pela forma com que o organismo reage ao agente infeccioso.

Pragas: 1 – Percevejo das orquídeas: Ele ataca principalmente folhas mais novas quando aparecem pequenas manchas arredondadas, de cor amarela, que contrata com a cor verde das plantas não tingidas. 3 – Cochonilhas: Uma espécie de algodão branco que fica alojado no verso das folhas, nos botos e na base das plantas. Uma dose total de mais de um milhão de organismos pode causar a doença e esta pode ser reduzida significativamente através do uso de antiácidos (ou alimentos com capacidade tampão). O HAV é excretado nas fezes de pessoas infectadas e pode causar a doença clínica quando pessoas susceptíveis consomem água ou alimentos contaminados. Além do forte escurecimento dos tecidos infectados, outra diferença entre a podridão negra e a fusariose, nas mudas, é a ausência de goma nas plantas infectadas por Ceratocystis paradoxa. Dc Bary, Sclerotium rolfsii Sacc., Rhizoctonia solani (Kühn) Ocasionam podridão na região do colo da planta, com sintomas reflexos de amarelecimento progressivo e seca na parte mais externa das folhas. Sintomas -Em alface, esse tospovirus causa manchas necróticas e bronzeamento em folhas, geralmente em um lado da planta. Os sintomas são freqüentes em folhas mais velhas e quando ocorre coalescência de muitas manchas pode prejudicar o desenvolvimento da planta e seu valor comercial. A utilização de nitrogênio em excesso aumenta a suscetibilidade ao patógeno nas folhas e nas panículas; por outro lado, sua deficiência pode predispor as plantas à doença.

Parasitismo intestinal em crianças e funcionários de creches comunitárias na cidade de Niterói-RJ, Brasil / Intestinal parasitism in children and employees of communitarian day-care centers of Niteroi City, Brazil

  • 12 colher das sementes de mamão;
  • 1 colher de folhas secas de arruda em uma panela;
  • 1 xícara de água.

Ataques severos podem causar seca parcial ou total das folhas, além de provocar acamamento das plantas.

Em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença, as lesões podem coalescer e causar queda das folhas. Pode também estar havendo não- reconhecimento de plantas infectadas (latentes) em campo pois temperaturas acima de 200C mascaram os sintomas (manchas amarelas de formato circular nas folhas medianas). Os sintomas iniciam-se normalmente nas folhas mais baixas e velhas da planta, onde surgem pequenas manchas (de 1 a 2 mm) escuras. A alternância de períodos úmidos e secos favorece o rápido desenvolvimento da doença, sendo mais severa em plantas que sofreram algum tipo de estresse hídrico ou nutricional. No Brasil, a doença ocorre em Koleroga – é causada pelo fungo Pellicularia koleroga ou Corticium koleroga, que ataca folhas (principalmente), ramos e frutos novos. Sinais da doença são visíveis a olho nu na forma de teia micelial, que interliga folhas entre si ou com outras partes aéreas da planta. ANTRACNOSE DO LIMOEIRO GALEGO – Colletotrichum acutatum Simmons A antracnose do limoeiro Galego afeta somente tecidos novos de ramos, folhas, flores e frutos de plantas dessa variedade. Entre as doenças que afetam o coqueiro no Brasil, as mais importantes são: lixa-pequena, queima- das-folhas, anel vermelho e murcha-de-Phytomonas. Segue-se a podridão do olho, causada pela invasão de insetos e microrganismos secundários, caracterizada pelo odor desagradável, sobrevindo a queda de todas as folhas, deixando, finalmente, o estipe nu.

Plantas sem folhas verdes fazem fotossíntese?

  • Plantas, Artrópodes e Insetos
  • São encontrados em plantas, artrópodes e insetos, sendo associados a várias doenças em citrus e a doença da “planta amarela”.

Além do coqueiro, L. theobromae possui vários outros hospedeiros, podendo sobreviver em folhas infectadas na planta ou em decomposição no solo, sendo geralmente disseminado pelo vento.

Sintomas – Os sintomas caracterizam-se por murcha e amarelecimento da folha-flecha e das folhas mais novas, enquanto os tecidos do palmito apodrecem, transformando-se numa massa aquosa e fétida. Sob condições de temperatura e umidade adequadas, a bactéria penetra nos tecidos da planta através de ferimentos e causa encharcamento. Em alguns hospedeiros, o micélio invade os tecidos corticais na região do colo, observando-se intenso crescimento micelial de aspecto cotonoso e branco. Em plantas maiores pode provocar subdesenvolvimento, amarelecimento e murcha a partir das folhas mais velhas, com posterior Etiologia – Fusarium oxysporum f. sp. Plantas com deficiência nutricional são mais Controle – Algumas práticas culturais como a eliminação de folhas velhas com sintomas e a adubação adequada das plantas, auxiliam o controle da doença. Tem-se que remover e Podridões das Flechas das Plantas na Fase de Viveiro – O apodrecimento das folhas ainda não abertas, tem ocorrido freqüentemente na África e Ásia. Dependendo de condições ambientais, idade da planta e cultivar, os sintomas causados pelo CMV podem também incluir bolhas, anéis, necrose e morte das plantas. Controle – O controle da doença poderá ser feito mediante redução da densidade das mudas, fertilização sem excesso de N, eliminação de plantas doentes e de folhas infectadas caídas. Sintomas – Os sintomas da doença ocorrem inicialmente nos tecidos jovens de folhas e caule ainda em desenvolvimento.

Conheça as Parasitoses Humanas mais frequentes no Brasil:

  • Bacterias anaerobias facultativas: pueden vivir en ambientes con oxígeno o sin él.
  • Bacterias anaerobias estrictas: sólo pueden sobrevivir en ambientes carentes de oxígeno. Como ejemplo, Clostridium, causante del tétanos.

a infecção de tecidos da base da planta, produzindo podridão de raízes, podridão basal do caule e murcha das plantas.

Esta doença tem importância secundária e seus sintomas podem ser confundidos com outras doenças Sintomas – O patógeno provoca lesões nas folhas, nos capítulos e nas hastes. Todos os organismos agentes causais de doenças pós-colheita estão normalmente presentes no campo durante o ciclo e podem ser isolados de folhas velhas e tecidos senescentes. O sintoma mais característico da doença é um crescimento fúngico branco, de aspecto pulverulento, sobre a superfície das folhas. As lesões podem coalescer e, com o passar do tempo, os tecidos afetados ficam necrosados e escuros, podendo ser observados também na superfície superior das folhas. Folhas jovens ou plantas muito vigorosas são mais suscetíveis à doença. Além desses sintomas, plantas muito atacadas podem exibir escurecimento dos vasos do rizoma e das folhas periféricas. Sintomas – A doença afeta tecidos jovens em crescimento tais como folhas, pecíolos, epicarpo dos frutos e amentos (inflorescências masculinas). Plantas infectadas com este nematóide foliar apresentam folhas centrais e mais novas enfezadas, coriáceas e de coloração verde intenso, daí o nome “miolo duro”. Plantas atacadas apresentam redução no crescimento, amarelecimento de folhas, murcha nas horas mais quentes do dia e, em casos mais graves, ocorre a morte da planta.

Fase esporofítica mais duradoura que a fase gametofítica;

Diferencia-se da região anterior por apresentar Tf < 200C, ou pela existência de período seco mais prolongado na troca das folhas B2 - Área preferencial.

glycinea (Coerper) Young, Dye & Wilkie Sintomas – A doença é comum em folhas, mas pode ser encontrada em outros órgãos da planta, como hastes, pecíolos e vagens. Sintomas – Esta doença é típica de folhas, mas pode atacar outros órgãos da planta, como pecíolos, Os sintomas da pústula bacteriana são semelhantes aos do crestamento, podendo causar confusão. Nas condições climáticas da Região Sul do Brasil, o patógeno pode sobreviver em plantas invasoras. Em condições de alta umidade, o fungo pode causar necrose com rápido desenvolvimento em folhas, frutos e hastes. Além da murcha das plantas, a bactéria provoca mais comumente necrose das raízes e escurecimento vascular próximo à região do colo. Quando se examina essa região, constata-se exsudação bacteriana. Em infecções naturais, sintomas são observados na região apical da planta e são caracterizados por amarelecimento dos ponteiros, crescimento retardado e acentuado enrolamento e amarelecimento das folhas basais. As plantas afetadas apresentam sintomas de necrose nas folhas, nos pecíolos e nos caules das plantas, sendo mais comum nas folhas. Plantas infectadas apresentam folhas amareladas, depois murcham e podem morrer em decorrência da necrose da região do colo e das raízes. No Brasil, o tremoço branco é o mais cultivado, sendo utilizado, principalmente, como planta fixadora de nitrogênio para adubação verde e alternativa para rotação de culturas no inverno.

Doenças mais frequentes nas Tartarugas

Ao atingir a base da planta ocorre, também, a morte prematura das folhas basais, Etiologia – Bipolaris sorokiniana é o principal fungo agente causal desta doença.

A fase sexuada é a principal forma de sobrevivência do fungo dos países temperados, embora no Brasil, a sobrevivência possa se dar por micélio no interior de tecidos vivos. Até a bexiga, um pouco mais abaixo, e já naquilo a que chamamos de região pélvica, também pode causar alterações nos intestinos se houver por exemplo uma infecção urinária. Além de doenças, acidentes, cirurgias ou ferimentos que causam hemorragias também podem causar a anemia, porém na sua forma aguda e não crônica, que pode ser revertida mais facilmente. Partes da planta que podem ser utilizadas: Folhas: são esmagadas e aplicadas em forma de cataplasma (para doenças da pele, devido à sua ação bactericida). Custo mais elevado de proteção contra insetos e doenças a) Abrigo de pragas e doenças b) Migração da praga para a cultura após o final do ciclo da planta daninha.